A inegável realidade
Não há regras sem excepções, mas geralmente, o que acontece quando o africano estuda é: 1. Perder amigos, porque estes (amigos) sentem-se inferiores e por outro lado 2. Ele mesmo demonstra orgulho e tudo faz para não ser acessível diante massas analfabetas,
Com efeito, vemos africanos, sobretudo os que acumularam certos níveis escolares, enfrentando dificuldades de (re)inserção no seio da sociedade, ou melhor, certos amigos isolam-se deles, não há convívio social saudável, pois os amigos menos escolarizados ou então não escolarizados, sentem-se inferiores ao ponto de não se deixar aproximar. Há vezes que até dizem, "que conversa vamos ter com ele...". Portanto, se auto discriminam.
Às vezes, isso observa-se quando estes regressam para terra de origem, sabe-se que muitos africanos nascem nas zonas rurais e seguem os estudos nas cidades. Então, assim que regressam para as zona de origem, (quer de férias, quer de visita), nota-se que alguns amigos, sobretudo os que não tiveram a mesma sorte de progredir com os estudos, isolam-se. Reparam-nos com desdenhamento e às vezes não abrem mão para conversas frutíferas, chegando o ponto de o visitante desistir tão precocemente tais convívios por perceber que o ambiente é impróprio e inadequado.
No entanto, existem pessoas, tal foi avançado no início, que se orgulham e se fazem inacessíveis diante amigos de infância, pois dali em diante, seu circo de amizade é formado de gente culta e informada. Este é um polo que constitui realidade quiçá da maioria dos que estudam e esquecem-se da componente ética e socialização.
Neste caso, a supremacia demonstrada por este indivíduo inibe seus amigos aproximarem-se dele, pois ele ignora sua infância e sua realidade.
.
Quem é africano percebe estes dois polos, essa realidade inegável que circunda o nosso berço da humanidade, tal como disse anteriormente, não há regras sem excepções, pois respeito pessoas que nasceram na cidade e que não vivem realidades contrastantes.
Seja como for, é necessário, embora difícil, estabelecer um padrão no pensamento baseado no seguinte:
1. Nunca e em nenhum momento, devemos-nos sentir diferentes dos outros.
2. A educação não tem por propósito fomentar discriminação, portanto, haver os altos e baixos, os importantes e os que não merecem.
3. A educação é um instrumento social com intuito de formar cidadãos capazes de ajudar a comunidade onde estão inseridos.
4. Educação é um conjunto de valores adquiridos quer na escola quer em casa que ajudam na formação harmoniosa do indivíduo.
Portanto, em nenhum momento à educação abre espaço para que pessoas se discriminem.
Gongolo R Sinalo. A inegável realidade
Não há regras sem excepções, mas geralmente, o que acontece quando o africano estuda é: 1. Perder amigos, porque estes (amigos) sentem-se inferiores e por outro lado 2. Ele mesmo demonstra orgulho e tudo faz para não ser acessível diante massas analfabetas,
Com efeito, vemos africanos, sobretudo os que acumularam certos níveis escolares, enfrentando dificuldades de (re)inserção no seio da sociedade, ou melhor, certos amigos isolam-se deles, não há convívio social saudável, pois os amigos menos escolarizados ou então não escolarizados, sentem-se inferiores ao ponto de não se deixar aproximar. Há vezes que até dizem, "que conversa vamos ter com ele...". Portanto, se auto discriminam.
Às vezes, isso observa-se quando estes regressam para terra de origem, sabe-se que muitos africanos nascem nas zonas rurais e seguem os estudos nas cidades. Então, assim que regressam para as zona de origem, (quer de férias, quer de visita), nota-se que alguns amigos, sobretudo os que não tiveram a mesma sorte de progredir com os estudos, isolam-se. Reparam-nos com desdenhamento e às vezes não abrem mão para conversas frutíferas, chegando o ponto de o visitante desistir tão precocemente tais convívios por perceber que o ambiente é impróprio e inadequado.
No entanto, existem pessoas, tal foi avançado no início, que se orgulham e se fazem inacessíveis diante amigos de infância, pois dali em diante, seu circo de amizade é formado de gente culta e informada. Este é um polo que constitui realidade quiçá da maioria dos que estudam e esquecem-se da componente ética e socialização.
Neste caso, a supremacia demonstrada por este indivíduo inibe seus amigos aproximarem-se dele, pois ele ignora sua infância e sua realidade.
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Quem é africano percebe estes dois polos, essa realidade inegável que circunda o nosso berço da humanidade, tal como disse anteriormente, não há regras sem excepções, pois respeito pessoas que nasceram na cidade e que não vivem realidades contrastantes.
Seja como for, é necessário, embora difícil, estabelecer um padrão no pensamento baseado no seguinte:
1. Nunca e em nenhum momento, devemos-nos sentir diferentes dos outros.
2. A educação não tem por propósito fomentar discriminação, portanto, haver os altos e baixos, os importantes e os que não merecem.
3. A educação é um instrumento social com intuito de formar cidadãos capazes de ajudar a comunidade onde estão inseridos.
4. Educação é um conjunto de valores adquiridos quer na escola quer em casa que ajudam na formação harmoniosa do indivíduo.
Portanto, em nenhum momento à educação abre espaço para que pessoas se discriminem.
Gongolo R Sinalo. A inegável realidade
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