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Mostrando postagens de maio, 2018

Quando se trabalha ao serviço da falta

Não há quem não tenha medo e seu comportamento não altere ao ouvir que acaba de ser marcado falta a seu favor. A falta carrega consigo cargas muito negativas. A falta pode enegrecer o  desempenho do funcionário, empobrecer a carreira e prejudicar todo um currículo. Há instituições cuja cultura de trabalho é afável, os funcionários sentem-se socializados e a comunicação flui eficiente e favoravelmente a todos. Nessas instituições reina o tipo de liderança cooperativo, neste caso o líder, o gestor aprende e orienta seus colaboradores, num ambiente pacífico, pois há consciência comum do alcance dos objectivos. Este tipo de gestor sabe que o alcance de objectivos da instituição depende do esforço, da motivação, da entrega de cada um dos funcionários. Daí que, instituições como estas, o funcionário, mesmo doente leva seus medicament...

Temos pressa em publicar

Tem se dito, o melhor cozinheiro não precisa muito tempo para pôr à mesa um prato de desfiar os dedos. E um mau cozinheiro precisa de todo tempo do mundo para fazer zaragatas de prato. Ora bem! Essa é uma máxima discutível, portanto, se calhar, o bom cozinheiro não precise gastar tempo porque ele se planifica, sabe o que vem a seguir, quanto tempo leva para confeccionar o prato. Prontos, seja como for, o cozinheiro não precisou de hora extra, mas precisou apenas do tempo previsto para ter pronto o prato. Deixemos de falar de comida, antes que nos "bote fome na barriga". Eu queria que um dia deixasse de ser assim, deixasse também de profetizar ou relacionar "factos com realidades". É sem dúvida que o mundo está numa corrida desenfreada rumo ao mercado. Com efeito, assistimos cenários que nos põem a reflectir, ora vejamos, actualmente: 1. As indústrias expõem ao mercado produtos não acabados; 2. M...

Cresce no país o número de jornais fantoches

Isso vem de há tempos..., a imprensa moçambicana é rica, pois existem mais de 25 Jornais em todo país. Contudo, nem todos jornais são fiéis aos paradigmas estabelecidos por lei de imprensa, portanto, muitos violam as mais básicas regras para a redacção e publicação da informação. Cresce vertiginosamente o número de jornais cujos jornalistas não vão ao terreno, não entram em contacto com a realidade limitando-se apenas em descrever o que ouvem dizer. Sabe-se que ouvir dizer pode constituir fonte fidedigna, mas não se descarta a hipótese de confrontação com o objecto, pois diz um adágio popular: caril dado não constrói lar. Precisa é você descobrir a fonte e extrair peixe, segundo o seu poderio. Para além disso, nota-se em Moçambique dois tipos de jornais, uns que falam verdades, outros que falam a verdade, contudo de forma errónea. Esse (segun...