Em tempos de apocalipse profundo, rei Ntubi não sossegava, pois não passava um dia sequer sem que um dos seus mutumes morresse. O poder dos lebas, curandeiros do rei, não mais funcionava. Havia um ano em que filha de rei sofreu picada de cobra sumba, tendo os lebas feito tudo e nada resultado. Safi morreu dias depois. Curandeiros de todos os cantos reuniram-se para analisar a situação, pois animais bem como a população morriam sem que ninguém descobrisse a causa. Contudo, nessa conferência, chegou-se à conclusão que se tratava de manifestações dos últimos dias. Os pés estavam mergulhados no apocalipse terreno. [...] Depois que o rei morreu, constituiu-se nova liderança. Ntubi II tomou as rédeas do reinado sob fortes contestações internas. Apesar disso, as mortes recuaram. Os animais engordavam do pasto. A vida da população voltara à normalidade. Havia festa ali e acolá. As plantas também não tinham escapado a fúria do mal, mas felizmente já haviam começado a esverd...
A inegável realidade Não há regras sem excepções, mas geralmente, o que acontece quando o africano estuda é: 1. Perder amigos, porque estes (amigos) sentem-se inferiores e por outro lado 2. Ele mesmo demonstra orgulho e tudo faz para não ser acessível diante massas analfabetas, Com efeito, vemos africanos, sobretudo os que acumularam certos níveis escolares, enfrentando dificuldades de (re)inserção no seio da sociedade, ou melhor, certos amigos isolam-se deles, não há convívio social saudável, pois os amigos menos escolarizados ou então não escolarizados, sentem-se inferiores ao ponto de não se deixar aproximar. Há vezes que até dizem, "que conversa vamos ter com ele...". Portanto, se auto discriminam. Às vezes, isso observa-se quando estes regressam para terra de origem, sabe-se que muitos africanos nascem nas zonas rurais e seguem os estudos nas cidades. Então, assim que regressam para as zona de origem, (quer de férias, quer de visita), nota-se que alguns amigos, sobr...